Mulher e os pais não são vistos desde janeiro. Eles eram donos de um mercado em Cachoeirinha. O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que está preso preventivamente
O sangue encontrado na residência de Silvana Germann Aguiar, de 48 anos, desaparecida desde o final de janeiro em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, pertencia a ela e ao pai, Isail Aguiar, de 69 anos, que também está sumido. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.
O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, que está preso preventivamente.
Os investigadores veem como remotas as chances de encontrá-los com vida. A investigação trata o caso como feminicídio e duplo homicídio. A polícia aponta que a motivação do crime seria a disputa pela criação do filho do PM com Silvana, além de questões financeiras envolvendo o patrimônio da família Aguiar.
Novos investigados
No final de março, três pessoas, ligadas ao policial militar, passaram à condição de suspeitas, pois estariam atrapalhando as investigações.
Conforme o delegado, uma parente de Cristiano é investigada por apagar dados em dispositivos eletrônicos e na nuvem (espaço de armazenamento online). Profissional da área de TI, ela é suspeita de fraude processual.
Ainda segundo o delegado, um homem, familiar do PM, teria deletado imagens de câmeras da casa onde mora a mãe de Cristiano. Ele também é suspeito de fraude processual.
Ainda, uma terceira pessoa próxima do PM é investigada por falso testemunho. Segundo o delegado, a pedido de uma familiar de Cristiano, o homem teria mentido em circunstâncias do depoimento, para dar falsos álibis ao principal suspeito.
O advogado de Cristiano, Jeverson Barcellos, diz que segue atuando no caso e acompanhando o cliente. Ele destaca que aguarda a conclusão do inquérito policial para se manifestar.
Informações do Portal G1 RS
Foto: Arquivo pessoal







