Post: Marcopolo eleva lucro em quase 9% no trimestre

Foto Marcopolo, Divulgação

A Marcopolo apurou, no primeiro trimestre do ano, lucro líquido de R$ 246,6 milhões, alta de 8,8% na comparação com igual período de 2025. Os resultados financeiros do trimestre da companhia foram divulgados na segunda-feira (4).

O desempenho é complementado por ebitda de R$ 304,8 milhões, com margem de 18,4%, representando avanço em relação aos R$ 262 milhões e margem de 15,6% registrados no primeiro trimestre do ano passado. A receita líquida consolidada alcançou R$ 1,66 bilhão, resultado da distribuição entre mercado interno (R$ 899,7 milhões), exportações (R$ 159,3 milhões) e operações internacionais (R$ 596,2 milhões). Na comparação com o mesmo período de 2025 o resultado é levemente menor.

Um dos destaques operacionais foi o crescimento no segmento de micro-ônibus e Volares. O segmento foi impulsionado por pedidos remanescentes da fase 12 do programa Caminho da Escola e pelo início das entregas ao Ministério da Saúde. No trimestre, a Marcopolo entregou ao programa escolar 771 unidades (574 micros e 197 Volares) no período, em comparação com os 692 veículos do ano anterior. A fabricante também celebrou o desempenho de operações internacionais, como a Volgren na Austrália, que reportou expansão de volumes, receita e rentabilidade.

Em um trimestre de retração de volumes, com registro de 2.997 unidades produzidas mundialmente (2.634 no Brasil e 363 nas operações internacionais), a Marcopolo priorizou a qualidade da receita e a eficiência operacional. “Os resultados do primeiro trimestre demonstram a resiliência da Marcopolo e do sucesso das estratégias de diversificação de geografias e produtos “, afirma o CFO Pablo Motta.

Caxias do Sul sediará primeiro simpósio trabalhista da Serra Gaúcha

Foto Divulgação

O evento marcado para sexta-feira (8) terá a presença do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Douglas Alencar Rodrigues. Ele será um dos destaques do evento, que ocorrerá das 8h às 12h, no Hotel Intercity, reunindo também o desembargador do TRT-4, Francisco Rossal, e lideranças empresariais e formadores de opinião como Daniel Randon, Clovis Tramontina e Roberto Motta, comentarista da Jovem Pan.

Com público estimado em 200 participantes, o encontro será fechado para convidados e se posiciona como um espaço para discussão e antecipação de cenários. Entre os temas em pauta estão novas formas de contratação, flexibilização das relações, jornadas de trabalho, home office, modelos de remuneração e benefícios, além dos efeitos diretos da automação, inteligência artificial e digitalização das atividades produtivas.

Paulo Scopel, presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico (Simecs), destaca o caráter estratégico da iniciativa. Segundo o dirigente sindical, discutir o futuro das relações de trabalho é refletir sobre o futuro da indústria e da sociedade, considerando que se vive um momento que exige visão, capacidade de adaptação e construção conjunta. A realização é do Simecs, em parceria com a Dupont Spiller Fadanelli Advogados, e apoio do Sindicato das Indústrias do Mobiliário de Bento Gonçalves e Associação das Indústrias de Móveis do Rio Grande do Sul.

Empresa investe em projetos no mercado cultural

Foto Roger Clots

A Igarapé – Projetos de Impacto chega ao mercado cultural do Rio Grande do Sul, com a liderança do casal Daiane Borges e William Machado. A missão do negócio, sediado em Caxias do Sul, é unir cultura e educação, dando vida a projetos com qualidade e sensibilidade pedagógica, sobretudo em regiões periféricas. “Acreditamos que o acesso à cultura é um direito de todos. Por isso, atuamos para concretizar ações que alcancem territórios com escuta e respeito à diversidade e às realidades locais”, pontuam os empreendedores.

As soluções que a Igarapé oferece ao mercado são elaboração de projetos culturais, privados e públicos, em consonância com leis de incentivo nos âmbitos municipal, estadual e federal; consultoria e produção executiva para atividades artísticas e culturais; e realização de projetos autorais. “Temos o compromisso de tratar essas iniciativas como um mecanismo de transformação social. Queremos que as propostas que chegam até nós não sejam apenas aprovadas, mas também que gerem pertencimento verdadeiro à população”, ressalta Daiane.

Sob esse prisma, o diferencial da Igarapé está no olhar atento à inovação e à tecnologia social. Essa visão de negócio está aliada ao potencial da economia criativa como ferramenta de modificação positiva de cenários. “A tecnologia social nos permite colocar em prática iniciativas com base técnica, viabilidade e potencial de transformação, especialmente em áreas que mais precisam de oportunidades”, reforça a gestora cultural.

O primeiro projeto de impacto atende a Fundação Qorpo Santo, de Triunfo, na Grande Porto Alegre. A iniciativa, focada em teatro e literatura, sairá do papel em 2027, proporcionando oficinas e ampliando o acesso à obra do poeta local junto a estudantes de duas escolas públicas do interior do município.

Últimas Notícias