No primeiro semestre de 2025, quase 12% dos condôminos estavam com pagamentos em atraso superior a 30 dias, o maior índice desde 2022. Desde aquele ano, o valor médio das taxas condominiais subiu 25%, enquanto a inflação acumulada foi de 19%.
O levantamento, realizado por uma plataforma que administra cerca de 7 mil condomínios no país, aponta que Norte e Nordeste registram inadimplência acima da média nacional, enquanto o Sul apresenta os menores índices — apesar de concentrar a maior taxa média, em torno de R$ 537. Segundo especialistas, o aumento dos custos de serviços e contratos obriga os condomínios a reajustar as taxas, levando muitas famílias a priorizar outras despesas essenciais.





