Post: Anúncio da localização do Campus Serra da UFRGS deve ocorrer no início de junho

Comissão responsável pela escolha da área analisa cinco propostas apresentadas

 

O futuro Campus Serra da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) deve ganhar novos contornos na virada de maio para junho. A instituição recebeu cinco propostas de imóveis para sediar a estrutura acadêmica na Serra Gaúcha. A definição da melhor alternativa deve ser tornada pública nos primeiros dias de junho.

As manifestações de interesse foram encaminhadas ao Departamento de Compras da Pró-Reitoria de Planejamento e Administração e a documentação está sob análise da Comissão de Avaliação. Os nomes dos proponentes e o conteúdo das ofertas não foram divulgados, já que esta etapa inclui verificação documental e poderá envolver solicitação de informações complementares para detalhamento e confirmação do atendimento às exigências previstas no edital.

Depois da documentação passar pela comissão de avaliação, as propostas consideradas aptas avançam para a etapa técnica, que inclui estudo da organização e distribuição dos ambientes, além de vistoria in loco conduzida por servidores da Superintendência de Infraestrutura. Não há previsão para a conclusão do chamamento público, que se encontra em fase inicial de análise documental e técnica dos materiais.

A ordem cronológica das etapas do processo inclui a divulgação do chamamento público, período de envio das propostas, análise documental e diligências, avaliação técnica e vistoria in loco, divulgação do resultado do chamamento público no Portal Nacional de Contratações Públicas e prazo recursal. As etapas poderão sofrer ajustes conforme a complexidade das análises técnicas, diligências e eventuais recursos administrativos.

De acordo com nota da assessoria de imprensa da UFRGS, neste momento, a instituição mantém a postura institucional de não comentar individualmente propostas ou proponentes, medida adotada para assegurar tratamento isonômico entre os participantes, bem como a observância aos princípios da impessoalidade, transparência e legalidade. Argumenta também que o processo ainda se encontra em fase de análise técnica e administrativa.

Foto: Ramon Moser/UFRGS – Arquivo

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