A evolução da ciência é mesmo fantástica. Pouco dias atrás foi apresentado em Chicago, durante o principal evento dedicado à discussão sobre o câncer, um novo estudo que prolonga a vida de pacientes com câncer de pâncreas, um dos mais agressivos. Ao final, os médicos se levantaram e aplaudiram o achado. A atitude demonstra a importância do resultado. Uma médica brasileira afirmou que o método usado para o pâncreas é tão inovador que pode ser aplicado também para outros tipos de câncer. Há motivos de sobra para comemorarmos. As pesquisas também estão em curso em outras áreas. Para um câncer comum em crianças, o meduloblastoma , uma organização a Medulo blastome Initiative financiada por um empresário gaúcho, está buscando a cura, graças ao trabalho de pesquisadores americanos, canadenses e alemães. Há pesquisas em estágio avançado também para o melanoma (pele) , leucemia ( sangue) e osteosarcoma (ossos). Por enquanto, esses tratamentos ainda estão em fase de testes, mas em breve, graças à evolução da ciência, poderão estar à nossa disposição.
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