Logo nos primeiros dias de 2026, o Brasil passou a enfrentar um aumento expressivo nos afastamentos do trabalho por Síndrome de Burnout, acendendo um alerta para o mercado de trabalho e para a Previdência Social. O crescimento sem precedentes nos pedidos de auxílio-doença por transtornos mentais elevou os gastos públicos, sobrecarregou as perícias médicas e impactou diretamente a produtividade das empresas.
Especialistas apontam que a intensificação do uso de tecnologias, metas cada vez mais agressivas e a insegurança provocada pela automação contribuíram para a escalada do esgotamento profissional. Diante desse cenário, o governo estuda medidas para responsabilizar empresas com altos índices de afastamento, enquanto juristas alertam que ações superficiais de “bem-estar” podem resultar em processos trabalhistas e prejuízos à imagem corporativa.





