Em meio a quase duas semanas de manifestações contra o governo do aiatolá Ali Khamenei, o número de mortos no Irã ultrapassou 500 neste domingo, segundo organizações de direitos humanos que monitoram a situação. ONGs denunciam um massacre contra manifestantes, enquanto o regime admite ter intensificado a repressão policial diante dos protestos espalhados por mais de 100 cidades do país.
De acordo com o grupo HRANA, ao menos 538 pessoas morreram, entre manifestantes e policiais, além de mais de 10 mil detenções. Relatos indicam o uso de força letal pelas forças de segurança, agravado pelo apagão da internet, que dificulta a confirmação dos números reais. Enquanto o governo iraniano acusa potências estrangeiras de fomentar a instabilidade, líderes internacionais acompanham a crise, e os Estados Unidos avaliam possíveis formas de reação ao agravamento da violência.
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