Em 2014, quando a Copa ocorreu no Brasil, a FIFA ameaçou não escolher Porto Alegre como sede. A Copa era patrocinada por uma marca de cerveja e aqui vigora uma lei que proíbe a venda de bebida alcoólica em estádios. Pressionado, o comitê local decidiu flexibilizar a lei e, durante os jogos da Copa no Beira-Rio, foi permitida a venda de cerveja para atender aos interesses comerciais da FIFA. Agora a FIFA dá mais uma demonstração de que não age em favor do futebol e sim de conveniências. Se em 2014 foi em favor de um patrocinador, agora é em favor do presidente do país anfitrião. Trump não gostou da justa expulsão de um jogador da seleção dos Estados Unidos e pediu ao presidente FIFA Gianni Infantino que repensasse o cartão vermelho dado ao jogador Falorin Balogun. A FIFA vergonhosamente atendeu ao pedido e postergou a suspensão. Ontem, ele foi escalado, jogou e a Bélgica ameaçou contestar. Mas depois da goleada imposta aos Estados Unidos não será necessário.




