Segundo dados do SPC Brasil, a inadimplência no Rio Grande do Sul fechou 2025 em forte alta, com crescimento de 11,89% no número de pessoas com contas em atraso. O avanço supera a média do Brasil,que registrou 10,17%.
A maior concentração de devedores está entre pessoas de 30 a 39 anos, e a distribuição entre homens e mulheres é equilibrada. Cada consumidor negativado no estado devia, em média, R$5.100, sendo que quase 43% tinham dívidas de até R$ 1.000. O tempo médio de atraso chega a 28 meses.
O volume total de dívidas cresceu ainda mais, com alta de 21,83% em um ano. O setor bancário concentra a maior parte dos débitos, seguido por contas de água e luz, comunicação e comércio.
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