O termo foi usado pelo empresário Ubiratan Werzel, presidente da Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul (CIC-Caxias) , a maior entidade empresarial da Serra. Em pronunciamento na tradicional reunião-almoço da segunda-feira, Werzel disse que quem se propõe a presidir uma nação precisa dar valor à transparência. Ele começou o pronunciamento fazendo duras críticas também ao governo federal, sobre a condução da economia, para logo em seguida dizer que o brasileiro não aguenta mais “a naturalização de relações promíscuas entre política , poder econômico e interesses eleitorais. E, talvez, o mais grave seja perceber que boa parte da população já começa a reagir com anestesia diante de fatos que deveriam provocar indignação coletiva”.
Werzel não precisou dizer o nome, mas me parece claro que ele se refere ao escandaloso envolvimento de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, à farra dos penduricalhos e à espúria relação de políticos e ministros do STF com o dono do Master. O brasileiro está vivendo uma fadiga moral, como bem disse o presidente da CIC.
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