Foto Guilherme Jordani, Divulgação
Empresa de Caxias do Sul com foco na produção de utensílios para a cozinha, a Multiflon apresentou novidades durante a Abup Show 2026, realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo. Considerada a maior do segmento no Brasil, a feira serviu para a empresa anunciar o ingresso no mercado de panelas com revestimento cerâmico. A linha se diferencia pelo alto nível de resistência à abrasão, boa antiaderência, design exclusivo e por utilizar um dos revestimentos cerâmicos mais avançados disponíveis atualmente.
A participação na feira está alinhada à estratégia da empresa de consolidar o posicionamento no mercado nacional e internacional, onde já atua em 11 países, com foco prioritário na América Latina, além de já ter realizado negociações pontuais com mercados da Europa, como a Alemanha, e da Ásia, como a Indonésia. “Temos investido em pesquisas e tecnologias, aumentando a eficiência da operação e entregando produtos com qualidade e preços competitivos. Também seguimos tendências de design e, cada vez mais, utilizamos materiais eco sustentáveis”, afirma Marcos Téche Vieira, gestor comercial.
Com base no desempenho recente e nas oportunidades mapeadas durante a feira, a Multiflon projeta crescimento de 5% no mercado nacional e de 6% nas exportações ao longo do ano. “Tivemos um retorno positivo dos clientes em relação às novidades apresentadas, que trouxeram diferenciais competitivos claros. Isso nos deixa confiantes em um cenário de crescimento consistente, tanto em volume quanto em ticket médio, já que parte dos lançamentos está posicionada em categorias mais sofisticadas”, registrou.
Mudanças no comando
Foto Leandro Araújo, Divulgação
O médico Vinicius Lain (à direita na foto) foi eleito para presidir, pelos próximos dois anos, o Instituto Hélice, um dos principais hubs de inovação do Brasil e primeiro do Rio Grande do Sul. Com sede em Caxias do Sul, a organização é mantida pelas empresas Florense, Marcopolo, Randoncorp e Soprano, além da Unimed Serra Gaúcha, a qual o novo presidente representa. Lain substitui João Paulo Pohl Ledur, diretor de estratégia e transformação digital da Marcopolo (à esquerda na foto).
O trabalho é pautado pela cooperação entre a quádrupla hélice, com foco no estímulo à inovação, à economia e ao desenvolvimento de novos negócios. “O Instituto Hélice é um espaço de convergência de diferentes visões, experiências e competências. O desafio é fortalecer esse ambiente colaborativo, somando forças com as demais empresas para impulsionar iniciativas inovadoras que gerem valor aos negócios, às pessoas e ao desenvolvimento da Serra Gaúcha”, ressalta o novo presidente.
Fundada em 2018, a instituição sem fins lucrativos trabalha para desenvolver o ecossistema e a cultura de inovação da Serra Gaúcha. As ações ocorrem por meio de processos estruturados de inovação aberta junto às empresas associadas. Além das cinco mantenedoras, o Hélice é formado por 10 empresas associadas e 11 apoiadoras da Serra Gaúcha e do Rio Grande do Sul.
Expectativa positiva para a safra de maçãs
Foto Saulo Vargas, ABPM, Divulgação
Com colheita aberta oficialmente em ato simbólico realizado em pomar da empresa Rasip Agro, em Vacaria, a safra 2025/2026 da maçã tem projeção de 1,05 milhão a 1,15 milhão de toneladas, retomando patamares próximos à média histórica do setor após dois anos de volumes mais baixos. Além da quantidade, a safra se destacará pela qualidade da fruta, favorecida por boas condições climáticas. O Rio Grande do Sul deve responder por 460 mil toneladas do total.
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Maça, Francisco Schio, definiu o momento como de consolidação da qualidade, aliada à retomada produtiva. “Esta safra sinaliza a volta a volumes mais próximos da normalidade, com um diferencial importante de qualidade. Temos maçãs com excelente padrão visual e sabor equilibrado, além de alto nível de tecnificação no campo, o que fortalece a competitividade do Brasil”, afirmou.
Durante a abertura oficial, também foi destaque o aumento das exportações de maçã. A projeção para a safra 2025/2026 é de 60 mil toneladas embarcadas, com participação expressiva do Rio Grande do Sul, responsável por cerca de 40 mil toneladas, e de Santa Catarina, com 20 mil toneladas. Os embarques atendem mercados como Índia, Portugal, Irlanda, Emirados Árabes Unidos, Rússia, Reino Unido, Bangladesh, Países Baixos e Arábia Saudita.









