Principal suspeito do crime é o policial Cristiano Domingues Francisco, que está preso temporariamente. Silvana Germann de Aguiar e seus pais, Isail e Dalmira, estão desaparecidos desde os dias 24 e 25 de janeiro.
A perícia do celular Silvana Germann de Aguiar, desaparecida há um mês, mostrou que o aparelho nunca esteve em Gramado, diferente do que indicava uma publicação feita em 24 de janeiro em suas redes sociais. O post afirmava que Silvana havia sofrido um acidente, o que a polícia já concluiu que não é verdade.
O aparelho foi encontrado no início de fevereiro nas proximidades do mercado Aguiar, que pertence à família de Silvana. Ela e os pais, Isail Aguiar, de 69 anos e Dalmira Aguiar, de 70 anos, não são vistos desde os dias 24 e 25 de janeiro.
“Comprovamos a nossa suspeita de que ela não saiu de Cachoeirinha, não foi para Gramado, como aquelas postagens na rede social denotavam.”
O delegado se refere às publicações feitas no perfil de Silvana nas redes sociais, que dizia que ela havia sofrido um acidente em Gramado, mas que estava bem. Segundo a polícia, o acidente nunca aconteceu e o objetivo da postagem seria despistar o sumiço.
Além disso, o delegado destaca que os idosos também não saíram de Cachoeirinha. “A princípio, a suspeita dos moradores que nós ouvimos, as testemunhas, era de que eles teriam saído em busca da Silvana, até provavelmente pudesse ter ido atrás dela em Gramado, mas nós já temos elementos que apontam que eles também não saíram da cidade. Desapareceram logo depois que foram vistos pela última vez, por volta de 3h da tarde [do dia 25 de janeiro].”
A Polícia Civil considera concluir o inquérito mesmo sem localizar os desaparecidos. Conforme Spier, o inquérito sobre o caso segue em andamento, e as autoridades praticamente descartam encontrar a família com vida.
Informações do Portal G1 RS
Foto: Imagens cedidas/Polícia Civil







