Proteína brasileira reacende esperança no tratamento de lesões na medula

Proteína brasileira reacende esperança no tratamento de lesões na medula

Estudada há quase 30 anos no Brasil, a polilaminina — , proteína produzida naturalmente pelo corpo humano — surge como uma possível nova esperança para vítimas de lesões na medula espinhal. Desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, a molécula foi autorizada no início deste ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária a iniciar a fase 1 de testes clínicos, etapa que avalia principalmente a segurança do medicamento.

Apesar de ainda estar em estágio inicial e precisar passar por mais duas fases antes de uma eventual liberação comercial. Resultados preliminares de estudos indicam uma taxa de até 75% de recuperação de movimentos, número significativamente superior aos cerca de 15% registrados historicamente em tratamentos convencionais, que incluem cirurgias, fisioterapia e controle medicamentoso da dor e inflamação.

Foto: Redes sociais

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