Símbolo da luta pelo fim da violência contra a mulher foi colocado na entrada do Hemocentro
Um dos principais símbolos na luta pelo fim da violência contra a mulher, o Banco Vermelho foi instalado na tarde desta terça-feira (03/06) junto ao Hemocentro, órgão da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), e teve a presença de representantes de várias entidades. O banco é considerado internacionalmente uma peça de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, principalmente o feminicídio.
Em nome da SMS, o diretor da Central de Exames, Bruno Muner, também responsável pelo Hemocentro, comentou sobre a importância de debater o tema, lembrou que as mulheres são as principais doadoras de sangue como voluntárias e precisam ser cuidadas, porque muitas vezes os alertas são dados muito antes de um fato grave se concretizar.
Já a titular da Coordenadoria da Mulher, Jeane Schulz, reforçou que o assunto precisa ser cada vez mais disseminado e debatido, porque os casos têm aumentado de forma gradativa, com números alarmantes.
Representando a Coordenadoria Especial da Mulher, da Câmara Municipal, a vereadora Estela Balardin lembrou que um banco vermelho está instalado em frente ao Legislativo e defendeu que é preciso a união de todos, inclusive dos homens, para que essa situação seja atacada de frente.
Estiveram ainda no evento, servidores da Saúde, principalmente do Hemocentro, Edi Giordani, representando o Colegiado Grupo Mulheres do Brasil, Luiz Carlos Cruz, titular da Coordenadoria do Idoso, Miriam Nora, representando o gabinete da primeira-dama, Cintia Martini, representando a Microempa, e Samanta Nascimento, presidente do Conselho Municipal de Saúde.
Significado – o Banco Vermelho é uma ferramenta de sensibilização já adotada em diferentes cidades do Brasil e do mundo, que busca despertar a reflexão da sociedade sobre a urgência de combater a violência contra as mulheres. O Banco também reforça a importância da memória, do diálogo e da mobilização coletiva no enfrentamento ao feminicídio, sendo que uma mulher é morta a cada cinco horas no Brasil, sem contar as ameaças, agressões e tentativas. A violência contra a mulher existe de fato, e todos têm a responsabilidade de enfrentá-la.
Foto: Alexia Casara







