Durante séculos, o ser humano castigou o meio ambiente. Desmatou e poluiu os rios sem freios. No século XIX, a revolução industrial facilitou muito a vida da gente. Mas o motor precisa de combustível, portanto a combustão passou poluir ainda mais o nosso ambiente. Na época, poluição não era um grande problema, afinal tínhamos um motor e máquinas que passaram a produzir em grande escala. Uns anos depois, chegou o carro, de novo facilitando nossa vida, mas poluindo ainda mais. De lado pra cá, pouco foi feito para minimizar os efeitos das maravilhas que mudaram nossa vida. Nos anos 80, surgiram os primeiros alertas sobre o aquecimento global. Muitos disseram que era uma pauta ideológica, ignorando os alertas e castigando o meio ambiente sem freio. Trump e Xi Jinping, líderes dos maiores poluidores do mundo, continuam ignorando o declínio climático e, em nome do desenvolvimento econômico , não admitem aderir ao pacto de redução de emissão de gases. Mas a conta chegou, que o digam os gaúchos que em 2024 sofreram com enchente histórica. Uns meses depois, no verão europeu, foi a vez da Espanha. Agora, o inverno castiga quem mora no hemisfério sul, já no norte, onde o verão recém começou, o calor extremo já matou mais de 1300 pessoas na Europa, escolas estão fechadas e quem não tem ar-condicionado em casa, teve que comprar pra não assar no calor escaldante. A famosa Galeria Uffizi, em Florença, fechou as portas por um dia por problemas de refrigeração. Tudo isso é triste mas só tem um culpado: o ser humano.
Siga @danielscola



