Ser um “homem alfa” não deveria significar ser superior aos outros, dominar, impor sua vontade ou esconder suas emoções. Em uma visão mais equilibrada, é o homem que tem segurança sobre quem é, assume responsabilidades e sabe conduzir sua vida com firmeza, sem deixar de lado a sensibilidade.
É protetor sem ser controlador, provedor sem acreditar que seu valor depende apenas de sustentar alguém, amoroso sem considerar o afeto uma fraqueza e masculino sem precisar diminuir ninguém para afirmar sua masculinidade. É aquele que sabe tomar decisões, mas também sabe ouvir; que enfrenta dificuldades, mas reconhece quando precisa de ajuda; que tem coragem para se posicionar e humildade para rever seus conceitos.
Sua masculinidade não está na agressividade, mas na capacidade de equilibrar força e gentileza, autoridade e respeito, independência e parceria. Valoriza a mulher, respeita suas escolhas e entende que um relacionamento saudável é construído por duas pessoas que se fortalecem mutuamente.
E ainda existem homens assim? Certamente. Eles talvez não sejam perfeitos — porque ninguém é —, mas procuram ser íntegros, presentes, responsáveis e afetivos. Afinal, ser um homem de verdade não é provar que é melhor que os outros. É tornar-se alguém em quem as pessoas possam confiar.
@rodrigoisolan




