Foto José Flores, CIEE, Divulgação
O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) do Rio Grande do Sul investiu em prédio próprio para a localização de sua agência em Caxias do Sul, que atende nove municípios da região da Serra. De acordo com José Flores, gerente da unidade operacional de Caxias do Sul, a estrutura de cinco andares foi projetada para ampliar atendimentos e atender às novas perspectivas da instituição de atuar de forma mais próxima ao terceiro setor.
O novo prédio tem 13 salas de aprendizagem, mais do que o dobro da sede anterior, cada uma com capacidade para 30 a 40 jovens, quatro salas de reuniões e espaço para o setor administrativo. O quadro atual da agência deve se manter inalterado, no momento. Possível aumento somente no segundo semestre ou início de 2017.
A nova sede também abrigará uma subsede do Instituto de Ciência, Tecnologia e Inovação Social (ICT-S), que tem matriz em Porto Alegre. A organização surgiu há pouco mais de um ano, logo após as enchentes de 2024, com o propósito de trazer soluções pela inovação para diferentes problemas rotineiros das empresas. Neste período já foram construídos em torno de 18 a 20 projetos em parceria com o setor público e privado, interligados ao desenvolvimento econômico, humano e social.
Atualmente, o CIEE-RS atende na regional da Serra 1.979 estagiários e 1.975 jovens aprendizes. Em Caxias do Sul, são 1.100 jovens aprendizes e 1.200 estagiários. O programa Jovem Aprendiz atende o público de 14 a 22 anos incompletos, a maioria saindo do ensino médio e acessando o superior. Para estagiar é preciso ter 16 anos e não há limite de idade máxima. Em ambos os casos é preciso estar matriculado. Flores destaca que tem crescido a busca de estágios pelo público 30+, que iniciou a jornada continuada tardia, que busca recolocação no mercado ou está migrando de carreira.
Vilage Marcas e Patentes projeta expansão no estado

Foto Divulgação
Com atuação nacional e internacional, a Vilage Marcas e Patentes planeja ampliar a presença em todas as regiões gaúchas nos próximos três anos. No Rio Grande do Sul, a história começou em 2007, com a inauguração do escritório em Porto Alegre. Em 2009, abriu o escritório de Novo Hamburgo e, recentemente, chegou em Caxias do Sul.
Desde o início de sua trajetória de quarenta anos, a Vilage tem como propósito proteger marcas, patentes e ativos intelectuais de empreendedores, empresas familiares, indústrias, startups e organizações que buscam crescer com segurança em mercados cada vez mais competitivos. Nas quatro décadas, atendeu aproximadamente 46 mil clientes no Brasil e no exterior. No Rio Grande do Sul, são cerca de 4 mil. A atuação gaúcha também se reflete nos processos conduzidos: mais de 3,7 mil de marcas e outros 350 de patentes.
Nos próximos três anos, a meta é ampliar a presença no Rio Grande do Sul, expandindo a atuação para todas as regiões por meio da implantação de novos escritórios em locais estratégicos. A empresa também tem programados investimentos em tecnologia, inteligência de mercado e ferramentas que ajudem os clientes a transformarem conhecimento, inovação e criatividade em ativos de valor.
Multiflon investe no tratamento de efluentes industriais

Foto Miqueias do Santos
Além de atender exigências regulatórias, sistemas de reaproveitamento de água e redução de resíduos passaram a integrar iniciativas voltadas à eficiência produtiva, racionalização de recursos e sustentabilidade. A Multiflon, fabricante de utensílios domésticos, é um exemplo. Na unidade fabril de Flores da Cunha instalou um sistema próprio de tratamento de efluentes.
Após o processo industrial, a água retorna ao próprio ciclo operacional de limpeza em sistema fechado de reaproveitamento contínuo. Significa que a mesma água utilizada em um ciclo é tratada e reutilizada no seguinte, sem necessidade de descarte diário. A reposição ocorre apenas para compensar perdas naturais por evaporação, utilizando exclusivamente água da chuva captada pela estrutura da unidade industrial. Nesse processo específico, não há descarte de efluente líquido.
A companhia desenvolve outros projetos voltados à redução de materiais descartáveis na fábrica, incluindo a implantação de um novo sistema interno que deve diminuir em aproximadamente 95% a utilização de filme plástico no transporte de matéria-prima.
Randoncorp é destaque nacional em registros de patentes

Foto Georgia Tomé, Divulgação
A caxiense Randoncorp está entre as companhias privadas no Brasil com maior número de registros de patentes pelo terceiro ano consecutivo. De forma direta por meio das unidades de negócio Randon, Suspensys, Castertech, Master Freios e Frasle Mobility e do Instituto Hercílio Randon, instituição de ciência e tecnologia apoiada pela companhia, foram registradas 76 novas patentes de inovação em 2025. O reconhecimento foi confirmado na mais recente edição do ranking de depositantes, editado anualmente pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
Com seis empresas com foco em tecnologia, estratégias digitais e inovação, apoiadas por centros de engenharia e laboratórios especializados em todas as unidades de negócios industriais, a Randoncorp atua no desenvolvimento de tecnologias com três focos principais: inovação contínua e disruptiva, mobilidade sustentável e colaboração e inovação aberta. No ano passado foram investidos R$ 202 milhões em pesquisa, desenvolvimento e inovação, com 160 projetos finalizados.
A companhia já registrou mais de 3 bilhões e 300 milhões de reais de receita líquida associada a novos produtos lançados nos últimos cinco anos, o que representa 37,5% das vendas das empresas localizadas no Brasil.






