Post: O STF está na UTI

Diante da inércia do presidente, Edson Fachin, que nos bastidores ganhou o apelido depreciativo de Edson Fraquinho, a crise no STF escalou. Ao decretar o afastamento do diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o ministro André Mendonça afirmou que ele próprio e o advogado-geral da União, Jorge Messias, vinham sendo alvo de um “monitoramento sistemático e de coleta dirigida”. Na semana passada, o presidente Fachin disse que a crise seria resolvida no “seu tempo devido e sem açodamento”. Pagou o preço da inércia, pois a reputação do STF definha sem parar. Hoje mesmo, em julgamento virtual, a segunda turma do STF já formou maioria para manter a decisão de Mendonça. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista de Gilmar Mendes. Mesmo sem a conclusão do julgamento, segue em vigor o afastamento de Andrei Rodrigues. Juridicamente, a decisão de Mendonça, dá argumentos aos defensores dos réus de operações recentes com o caso Master e o golpe do INSS para questionarem a integridade da PF.

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