Post: Nutrire fortalece compromisso ambiental com nova frota elétrica de empilhadeiras

Foto Cinco Quatro Mídia, Divulgação

A Nutrire, empresa de alimentação pet food, agregou à planta de Garibaldi oito novas empilhadeiras elétricas equipadas com baterias de lítio, dando mais um passo na adoção de tecnologias de menor impacto ambiental. A unidade passa a contar com 13 empilhadeiras elétricas, sendo cinco movidas com baterias de chumbo, incorporadas em 2025. A unidade de Poços de Caldas (MG), que atualmente opera com quatro empilhadeiras e duas paleteiras, todas elétricas, receberá outros 10 equipamentos com baterias de lítio em setembro.

Considerando o consumo histórico anual de aproximadamente 18,5 toneladas de GLP atribuído às máquinas que serão substituídas e um fator arredondado de três quilos de CO2 por quilo de combustível consumido, a mudança tem potencial para evitar cerca de 55 toneladas de CO2 por ano em emissões diretas, média de aproximadamente 4,6 toneladas mensais. A estimativa será acompanhada a partir do consumo efetivo de energia e das horas de operação da nova frota.

Desde 2014, toda a energia elétrica consumida nas unidades industriais da Nutrire é proveniente de fontes renováveis. Apenas em 2024, a iniciativa evitou a emissão de mais de 602 toneladas de CO2 equivalente, impacto comparável à preservação de quase 17 mil mudas de árvores. A companhia também investe em soluções como transporte hidroviário, caldeira movida exclusivamente à biomassa e programas de gestão de resíduos, reutilização de água e economia circular.

Os equipamentos foram locados pela TranspoTech, empresa com sede em Blumenau, em Santa Catarina, que tem filial em Caxias do Sul. No mercado desde 2001, a organização atua com locação, venda, manutenção e gestão de frotas. É distribuidora autorizada de produtos Still, Linde e Baoli, no Sul do Brasil, e representante da Dematic, do segmento de automação intralogística.

Empresários desenvolvem modelo para descarte de entulhos em pequenos volumes 

Foto Divulgação

A gestão de resíduos em Gramado ganhou um aliado estratégico que transcende os canteiros de obras. Com o objetivo de solucionar as dificuldades logísticas impostas pelo uso de caçambas convencionais, que ocupam vias públicas, exigem licenças específicas ou não acessam espaços internos, a SOS Mini Entulhos chega à Região das Hortênsias introduzindo um modelo inovador na região: a coleta fracionada por meio de tonéis de 200 litros, movimentados com agilidade. Embora a construção civil seja um motor inicial, a solução foi desenhada para atender qualquer demanda, desde estabelecimentos comerciais e hotéis até residências particulares e condomínios.

O sistema elimina gargalos operacionais em diversos perfis de atividade. Equipados com rodinhas, os tonéis podem ser posicionados diretamente ao lado do local de trabalho, seja no interior de uma reforma, nos fundos de um hotel ou em um ambiente corporativo. Essa mobilidade reduz o trabalho braçal e o tempo gasto com transporte interno de resíduos, permitindo que a equipe foque exclusivamente em sua atividade principal. O modelo ainda preserva calçadas e jardins, evitando o impacto estético e estrutural das caçambas tradicionais.

A iniciativa é dos sócios Carolina Atz, empresária e advogada, e Augusto Haas, arquiteto. A empresa nasceu da percepção de que a demanda por um descarte ágil, organizado e correto é uma necessidade transversal. “Nosso objetivo é resolver os problemas de qualquer pessoa ou empresa, seja qual for o volume ou o tipo de material”, explicam.

A operação dispõe de uma frota de veículos leves adaptados com guincho, o que confere rapidez no tráfego urbano. A organização é um pilar central: funcionários uniformizados e ferramentas de limpeza garantem que o local permaneça impecável. Além da logística, a empresa assegura a rastreabilidade total.

Todo material coletado, que varia de resíduos sólidos, orgânicos e cinzas de caldeira até materiais como gesso e tintas, possui destino final adequado, seja ele compostagem, reciclagem ou descarte licenciado. O cumprimento das normas ambientais é garantido pelo Manifesto de Transporte de Resíduos, assegurando aos clientes total segurança jurídica e ambiental.

Confiança do industrial gaúcho se mantém baixa

Foto Javier Herrera, Divulgação, Banco de Imagens

O Índice de Confiança do Empresário Industrial do Rio Grande do Sul permaneceu estável em julho, ao registrar 45,2 pontos. O indicador segue abaixo da linha divisória dos 50 pontos e da média histórica, de 52,8, mantendo o quadro de baixa confiança. Os dados foram divulgados pelo Sistema FIERGS.

Segundo o presidente da entidade, Claudio Bier, a combinação de fatores internos e externos mantém a confiança da indústria gaúcha em patamar baixo desde dezembro de 2024. Internamente cita as incertezas sobre a política monetária, o equilíbrio das contas públicas e o cenário político-eleitoral. No exterior, aponta que as tensões geopolíticas e a tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros tendem a reduzir a competitividade de segmentos exportadores e afetar cadeias produtivas com maior exposição ao mercado norte-americano.

A estabilidade do índice reflete o comportamento oposto de seus componentes. Enquanto o Índice de Condições Atuais recuou 0,4 ponto em relação a junho, o Índice de Expectativas avançou 0,3 ponto no mesmo período.

O Índice de Condições Atuais caiu para 41,5 pontos em julho. O resultado mostra que os empresários industriais continuam percebendo uma piora nas condições correntes da economia brasileira e de suas próprias empresas em comparação às observadas há seis meses.

O Índice de Expectativas avançou para 47,1 pontos. Apesar da melhora, o indicador mantém um quadro de perspectivas desfavoráveis para os próximos seis meses.

Últimas Notícias